quinta-feira, 15 de agosto de 2013

CGTB intensifica mobilização para o Dia Nacional de Paralisação em 30 de agosto

A Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) realizou panfletagem nesta segunda-feira (12), em convocação ao Dia Nacional de Paralisação que está sendo organizada pelas Centrais Sindicais para o dia 30 deste mês. Na pauta de nove itens, as Centrais Sindicais reivindicam: Fim do Fator Previdenciário; Jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial; Fim do Projeto de Lei 4330, que amplia a terceirização; Reajuste digno para os aposentados; Mais investimentos em saúde, educação e segurança; Transporte público de qualidade; Reforma Agrária; Fim dos leilões do petróleo; Igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
A distribuição de material aos trabalhadores dos mais diversos segmentos do ramo de produção e do comércio, que desembarcam na estação de trem e metrô, no bairro do Brás, foi realizada das 6h às 8h da manhã. A panfletagem contou com militantes e os carros de som da Força Sindical e da União Geral dos Trabalhadores (UGT).
"A greve nacional no próximo dia 30 é em defesa do emprego, do salário, da saúde, da educação e de transporte público de qualidade", convocou o presidente nacional da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira), no momento que as mais diversas pessoas que estavam no meio da multidão, indo para o seu local de trabalho, pegavam o material de convocação da greve nacional e diziam que "é isto aí: vamos à greve porque não aguentamos mais esse transporte ruim, caro e os salários baixos".
Ao microfone, o presidente da Central que estava acompanhado de diversos diretores, afirmou que "o Brasil vai parar no dia 30 pela retomada do desenvolvimento nacional, pelo fim dos leilões do Pré-sal, fim do superávit primário e pela redução das taxas dos juros que drena bilhões aos especuladores, dinheiro público que deveria ser aplicado na produção e na geração de emprego de qualidade".
O presidente regional da CGTB-SP, Paulo Sabóia, ressaltou que "vamos aumentar nossa mobilização nos locais de trabalho, vamos conversar com os nossos companheiros de setor e vamos à greve nacional em defesa de uma política nacional de desenvolvimento". "Chega de superávit primário, chega de cevar os banqueiros com o dinheiro que é vindo do povo, que deveria ir para a produção e estão sendo destinados para as mãos da especulação", completou Sabóia.
Fonte: Ademar Coqueiro/CGTB-SP

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