quarta-feira, 7 de julho de 2010

Confirmada reunião com Paulo Bernardo, Condsef e outras entidades sindicais

Nesta terça-feira a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) recebeu informação de que a reunião agendada para quinta-feira, 8, com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, contará com participação de cerca de doze entidades sindicais. Mesmo sem ter recebido detalhes da pauta do encontro, a Condsef vai cobrar de Paulo Bernardo explicações do por que o governo não encaminhou Projeto de Lei (PL) com demandas de cerca de 27 setores do Executivo. O PL era fruto de um processo de negociações entre Condsef e Secretaria de Recursos Humanos (SRH) que rendeu mais de seis meses. A SRH chegou a admitir para a Condsef que encaminharia o PL com ou sem acordo total dos servidores envolvidos. Devido a prazos ligados ao ano eleitoral, o governo tinha até o último dia 3, sábado, para encaminhar projeto para votação no Congresso Nacional.

Para discutir o resultado da reunião do próximo dia 8, com o ministro Paulo Bernardo, e avaliar o processo de mobilização de sua base, a Condsef realiza reunião do CDE (Conselho Deliberativo de Entidades) no dia 9, sexta-feira. No sábado, dia 10, uma plenária nacional reúne representantes de toda a base da Condsef para votar um calendário de mobilização e os rumos do processo de luta das categorias em busca do atendimento de suas reivindicações mais urgentes. “Independente de ser ano eleitoral, os servidores da base da Condsef vão seguir defendendo aquilo que este governo se comprometeu a encaminhar e ainda não cumpriu”, reforçou Josemilton Costa, secretário-geral da Condsef.

Espera-se que o Planejamento apresente oficialmente explicações, justificativas e soluções para atender os acordos e compromissos firmados com milhares de servidores do Executivo. Todos exigem saber por que foi dado tratamento diferenciado ao Legislativo e Judiciário que tiveram suas demandas encaminhadas apesar de críticas recebidas até mesmo do secretário do Tesouro Nacional. “Os servidores não são contra o atendimento dessas demandas e sim contra o tratamento discriminatório dado à maioria do Executivo”, destacou Costa.

Fonte: Condesf

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